De acordo com a publicação, a ideia dos deputados é aproveitar o debate em torno da reforma da Previdência para rever o tema. A estimativa é de que o governo deve renunciar a R$ 62,5 bilhões em contribuições.
Ainda segundo a Folha de S. Paulo, as isenções concedidas a igrejas e instituições de ensino religiosas estão entre os principais alvos dos deputados. Os parlamentares pensam também em mudar a cobrança de clubes de futebol, que antes recolhiam um percentual da folha de salários e agora pagam 5% sobre o total do faturamento.
Ouvido pela reportagem, o deputado João Campos (PRB-GO), coordenador da bancada evangélica da Câmara, avaliou tal resistência a essas isenções tributárias como “um retrocesso para a sociedade”. A justificativa do parlamentar é de que esse benefício nada mais é do que “uma contrapartida por aquilo que as entidades filantrópicas realizam no lugar do Estado".
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