Segundo reportagem do Estado de S. Paulo deste domingo (19), os recursos, entregues em dinheiro vivo, compraram apoio do partido então presidido por Pereira à campanha de reeleição de Dilma Rousseff, que tinha Michel Temer como vice.
O dinheiro dado ao PRB fazia parte de um pacote maior, que envolvia também o apoio de PROS, PC do B, PP e PDT à chapa governista. Dessa forma, Marcos Pereira seria o sexto ministro de Temer citado na Lava Jato.
Ao ser procurado pelo Estado de S. Paulo, o ministro rebate as afirmações dos delatores: " Eu desconheço essa operação, Comigo não foi tratado nada disso", disse. "Delação não é prova", ressalta.