O assessor jurídico da Riotur, Christian Cezar, confirmou nesta segunda-feira que a nomeação não foi um equívoco. Segundo Christian, o assessor efetivamente começou a trabalhar na Riotur em janeiro mas que, devido à burocracia no governo, o processo de nomeação de assessores para vários cargos de confiança foi bastante demorado. Nesta segunda-feira, ainda estão sendo publicadas nomeações para cargos estratégicos no município.
— Eu tinha que nomeá-lo para que os salários referentes ao período sejam recebidos pelo espólio. Ocorre que, no momento, não há sequer atestado de óbito porque o corpo está desaparecido, e o caso ainda não é considerado legalmente como morte presumida. Ele está levando falta. Quando completar 30 dias de ausência ao trabalho, ele será exonerado. Não considero que o ato de nomeá-lo agora retroativamente tenha qualquer ilegalidade — disse Christian.
O Globo