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Teste constata fraude em sete marcas de azeite de oliva

Teste constata fraude em sete marcas de azeite de oliva

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
24/03/2017 às 09h26 Atualizada em 24/03/2017 às 09h26
Teste constata fraude em sete marcas de azeite de oliva
Foto: Reprodução
A entidade revelou que, de 24 marcas testadas, sete apresentam fraudes por conterem misturas de óleos vegetais e animais. "São produtos não indicados para o consumo, por exemplo na salada", diz o diretor da Proteste, Henrique Lian.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, uma das marcas não é extra virgem, embora a informação conste no rótulo.
A Proteste divulgou os nomes das marcas adulteradas: Tradição, Figueira de Foz, Torre de Quintela, Pramesa e Lisboa. Todas são importadas e apenas algumas envasadas no Brasil. A entidade foi impedida pela Justiça de divulgar o nome de duas outras marcas que não passaram no teste.
A avaliação dos produtos foi realizada em laboratório de Portugal, credenciado pelo Ministério da Agricultura e pelo Conselho Oleícola Internacional.
Essa é a sexta edição do teste (a primeira foi em 2002), e alguns dos produtos, como o Tradição, o Pramesa e o Figueira da Foz são reincidentes.
Segundo refere a reportagem, as marcas que foram considerados de excelente qualidade são: O-live, Andorinha e Carbonell. Na lista de produtos com qualidade e melhor custo benefício estão O-live, Carrefour Portugal, Qualitá e Filippo Berio.
O teste também aprovou os azeites Borges, Cardeal, Cocinero, Gallo, La Española, La Violetera, Taeq, Serrata, Renata e Broto Legal Báltico.

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