O fundamento de defesa é que: o áudio de gravação, segundo Temer citando a reportagem da Folha de S.Paulo, da conversa dele com Joesley Batista, dono da JBS, estaria com cortes e edições. “Por esse fundamento, não existe crime para ser investigado”. ponderou.
"Essa gravação clandestina foi manipulada e adulterada", enfatizou. "Levou muitas pessoas ao engano e trouxe essa grave crise ao Brasil, por isso no dia de hoje estamos entrando com petição no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o inquérito proposto até que seja verificada em definitivo a autenticidade das gravações".
Criticando diretamente o acordo de delação dos irmãos Batista, Wesley e Joesley, do grupo JBS, o presidente comentou: “nem aqui eles estão; esses criminosos fugiram para o exterior em absoluta segurança”.
No final, voltou a citar que não “comprou silêncio” de quem quer que seja e comemorou resultados do Governo, relatando a importância da aprovação das reformas da Previdência e Trabalhista. “O Brasil não sairá dos trilhos. Eu continuarei à frente do Governo”.