Pelo texto que está sendo tratado, as candidaturas terão como limite 70% do gasto da campanha mais cara da eleição de 2014. Se a campanha mais dispendiosa de um senador em determinado Estado custou R$ 1 milhão, por exemplo, na próxima eleição os candidatos poderão gastar até R$ 700 mil. A maior novidade virá neste ponto: o candidato só poderá custear, no máximo, 30% desse total com recursos próprios.
A ideia é evitar disparidades como a campanha de Vittorio Medioli (PHS), eleito em Betim (MG). Ele tirou do próprio bolso 99,94% dos R$ 4,4 milhões recebidos por sua campanha e foi eleito em primeiro turno, com 61,6% dos votos.
Com agências