Para o senador cearense, Aécio não tem mais condições de estar na presidência, ainda que licenciado, do PSDB. “Eu acho que é (caso de renúncia). Porque agora ele não tem condições, dentro das circunstâncias que está, de ficar como presidente do partido. E nós precisamos ter uma solução definitiva e não provisória”.
Aécio se afastou da presidência tucana em maio, após divulgação de áudios em que pede R$ 2 milhões em propina ao empresário Joesley Batista, dono da JBS. Entre as barbaridades ditas pelo mineirinho, está o acerto do pagamento da propina, através de pessoas que eles pudessem “matar antes de delatar”. Aécio enviou o próprio primo, Frederico Pacheco, que chegou a ser preso, juntamente com a irmã do senador, Andrea Neves.
Fiador de Temer
Apesar de afastado da presidência, Aécio segue influente dentro do PSDB e é o principal fiador da manutenção do partido na base aliada do presidente Michel Temer (PMDB). Tasso já declarou publicamente ser a favor do afastamento entre a sigla e o Planalto.
Novos amigos de Aécio
Após a divulgação dos áudios da JBS, ser bombardeado pela imprensa e virar um dos alvos principais da Lava Jato, Aécio Neves definitivamente mudou de turma no Senado. Segundo o colunista Lauro Jardim, do O Globo, o mineirinho, antes arauto da luta anticorrupção, anda na companhia de Romero Jucá, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Edison Lobão e Fernando Collor. Só excelência.
Ceará News 7