A decisão da juíza atende a um pedido do Ministério Público Federal (MPF) que encontrou, durante cumprimento de mandado o empresário, relatórios gerenciais, balancetes financeiros, relações de pessoal e situação da frota relativos aos meses de setembro e outubro de 2017, além de anotações manuscritas atribuídas a Barata Filho, provando o descumprimento das medidas cautelares.
“Toda a documentação mencionada aponta para o fato notório de que o investigado vinha realizando, de forma plena, a administração de suas empresas de transportes de passageiros, contrariando, pois, a determinação judicial e comprovando que não possui qualquer responsabilidade com a Justiça”.
Barata Filho foi preso em maio de 2017, e liberado, em agosto, após concessão de habeas corpus pelo ministro do STF Gilmar Mendes, seu padrinho de casamento. Na ocasião, por sugestão do próprio ministro, o empresário deveria ter se afastado da administração de suas empresas. O empresário foi preso novamente na última terça-feira (14), mas o MPF temia sua soltura sob a argumentação da defesa de que não há fatos novos.
Ceará News 7