A decisão se deu por meio de uma ação movida pelo candidato derrotado por Ivo nas eleições passadas, o deputado federal Moses Rodrigues (PMDB) e o seu pai, Oscar Rodrigues, presidente do diretório municipal do partido.
Segundo a ação, Ivo teria comprado voto através de uma terceira pessoa indeterminada, versão essa contestada pelo gestor, que afirma que "nunca teve nenhum contato com essa pessoa", identificada como Erisvânio Custódio Santiago.
Ivo e Christiane estão inelegíveis pelo prazo de oito anos, além de terem que pagar uma multa de R$ 40 mil. Em nota postada em sua página pessoal, o gestor se disse tranquilo e que recorrerá da decisão para o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará.