O ministro, que é relator do caso, impôs as quebras de sigilo também da irmã de Aécio, Andrea Neves, do primo, Frederico Pacheco de Medeiros, e de Mendherson Souza, ex-assessor de Zezé Perrella (PMDB-MG).
Os três são acusados de formar esquema de corrupção com o tucano para receber R$ 2 milhões da JBS. Aécio também é investigado por embaraço às investigações da Lava-Jato.
Nesta quinta, Marco Aurélio revogou a prisão domiciliar de Andrea Neves, Frederico Pacheco e Mendherson Souza. Todas as medidas cautelares impostas ao trio foram afastadas pelo ministro.
Folhapress / Estadão Conteúdo