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Governo Federal descarta intervenção na segurança pública do Ceará

Governo Federal descarta intervenção na segurança pública do Ceará

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
19/02/2018 às 09h47 Atualizada em 19/02/2018 às 09h47
Governo Federal descarta intervenção na segurança pública do Ceará
Foto: Reprodução
Torquato afirmou, na noite desse domingo, 18, que o Ceará enfrenta "momento difícil de segurança". Ainda conforme o ministro, o Governo Federal quer ajudar a "trazer a paz", mas destacou que o Estado vive situação diferente da do Rio de Janeiro. 
Destacamento é chefiado pelo almirante Alexandre Mota, secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Decisão de enviar força-tarefa policial ao Ceará vem após decreto de intervenção na Segurança Pública do Rio de Janeiro, assinado por Temer. Foram enviados 36 homens: 26 da Polícia Federal e 10 da Força Nacional de Segurança Pública.
"O que vier, o governo assistirá e responderá na extensão da sua capacidade operacional e no limite de Orçamento", afirmou Torquato, na base aérea de Brasília, antes de embarcar força-tarefa ao Ceará. 

Guerra na segurança pública
"Vamos estar onde necessário, com a força possível. O crime é nacional e nenhum Estado pode combatê-lo sozinho", disse ainda em entrevista ao Estadão. 
Ele reconheceu que o País vive uma "guerra de segurança pública" e que nenhum Estado sozinho vai ganhar essa luta". Decisão dará "apoio técnico às forças de segurança estaduais nas ações de combate ao crime organizado". 
Com o ministro, estavam o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), e o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia. "A presença do senador Eunício é fundamental porque ele é grande canal político no Estado", disse.

O POVO Online