É esperada a adesão dos 36 sindicatos filiados, em todos os Estados, “contra a retirada de direitos dos trabalhadores, as demissões e a privatização dos Correios”.
“Não há nenhum impedimento para a realização de um novo concurso, provocando a queda na qualidade dos serviços da estatal”, disse a federação, por meio de sua assessoria de imprensa.
Questionada pela reportagem, por telefone e por email, nos últimos dias 7, 8 e 9, a assessoria dos Correios não respondeu às perguntas sobre a realização de concurso público, a reposição de funcionários nem a possibilidade de a empresa ser privatizada. Apenas se pronunciou sobre o anúncio de greve.
“A empresa entende que é um direito do trabalhador. No entanto, um movimento dessa natureza, neste momento, serve apenas para agravar ainda mais a situação delicada pela qual passam os Correios e afeta não apenas a empresa, mas também os próprios empregados”, afirmou, por meio de sua assessoria.
UOL