Entretanto, segundo dados revelados pelo O Povo, o processo constata que dez aditivos feitos no contrato fizeram o valor da obra saltar de R$ 279,7 milhões para R$ 376,5 milhões, 34% acima do custo previsto originalmente. Do total de 14 aditivos de contrato, quatro prorrogaram o prazo da obra e dez alteraram o valor previsto.
A maioria do colegiado presente à sessão plenária na terça-feira, 10, também fixou um prazo de 30 dias para que ex-gestores da Secretaria do Turismo (Setur), Bismarck Maia, e do Departamento de Edificações e Rodovias (DER), solidariamente com as empresas Galvão Engenharia S/A e a Construtora Andrade Mendonça Ltda, apresentem defesa ou, reconhecendo o débito, recolham o valor mencionado.
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