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Santa Quitéria entre as 10 cidades que mais geraram empregos em 2018

Santa Quitéria entre as 10 cidades que mais geraram empregos em 2018

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
24/04/2018 às 14h16 Atualizada em 24/04/2018 às 14h16
Santa Quitéria entre as 10 cidades que mais geraram empregos em 2018
Foto: Reprodução
Além de Eusébio, São Gonçalo do Amarante (155), Juazeiro do Norte (141), Tauá (97), Cascavel (78), Caucaia (72), Quixeramobim (64), Limoeiro do Norte (57), Brejo Santo (54) e Barbalha (49) completam a lista dos 10 municípios que mais geraram vagas de trabalho em março.


Saldos negativos
Na outra ponta da lista elaborada pelo Ministério do Trabalho, encontram-se Fortaleza (-274), Missão Velha (-160), Aquiraz (-123), Paracaru (-111), Paraipaba (-67), Ubajara (-64), Iguatu (-64), Maracanaú (-55), Itapipoca (-49) e Pentecoste (-38).
"A RMF representa cerca de 60% da economia cearense. Fortaleza tem um peso muito grande. O saldo negativo na Capital aconteceu na indústria (-227), construção civil (-126) e comércio (-19)", aponta.
De acordo com a análise de Costa, houve saldo positivo nos setores de serviços (80) e agropecuária (18). "Mesmo o Estado gerando saldo positivo, a RMF ficou com 129 empregos a mais, de um total de 346 vagas", contabiliza, expondo a situação da Capital cearense.

Acumulado do ano
Ainda de acordo com os dados do Caged, nos três primeiros meses do ano, o município de Quixeramobim teve saldo positivo de 4.389 vagas formais, ganhando destaque entre as cidades cearenses pesquisadas pelo Ministério do Trabalho. Em seguida, aparecem na lista Tauá (230), Juazeiro do Norte (194), Brejo Santo (161), Itapipoca (156), Eusébio (149), Santa Quitéria (147), Russas (138), Várzea Alegre (112), Canindé e São Gonçalo do Amarante (105).
Já os municípios que mais fecharam os postos de trabalho no mesmo período foram Fortaleza (-2.189), Aquiraz (-386), Limoeiro do Norte (-273), Aracati (-234), Ubajara (-225), Caucaia (-207), Sobral (-202), Missão Velha (-137), Maracanaú (-100) e Paraipaba (-93).

Crescimento
"A gente tem que observar que nós viemos de uma crise muito forte e isso impactou o mercado de trabalho. Mas o crescimento da economia cearense teve impacto nos empregos", observa o analista do IDT.
Segundo ele analisou, em 12 meses, foi observado alguma melhora na geração de empregos formais no Ceará. "A economia cearense gerou neste período mais de 10 mil empregos. Essa melhora está se dando de uma forma muito lenta", afirma, citando os dados do Caged.

Diário do Nordeste