“A divisão do palanque em São Paulo é o que mais preocupa. Precisa arrumar São Paulo”, disse Tasso ao Estadão/Broadcast. No Estado, o ex-prefeito da capital paulista João Doria é o pré-candidato tucano a governador, mas tem como adversários outros aliados de Alckmin, entre eles, o atual governador paulista, Márcio França (PSB). Tasso também conta nessa “divisão” o presidente da Fiesp, Paulo Skaf (MDB).
A declaração de Tasso foi dada um dia após divulgação de pesquisa Ibope sobre o cenário eleitoral em São Paulo. Encomendado pela TV Bandeirantes, o levantamento aponta que Alckmin empata, em alguns cenários, com o deputado Jair Bolsonaro (RJ), presidenciável pelo PSL. Ambos aparecem em segundo lugar no Estado com 14% das intenções de voto, no cenário com a participação do ex-presidente Lula (PT), que, mesmo preso e inelegível, lidera com 20%.
A pesquisa mostrou ainda que Dória está tecnicamente empatado com Skaf na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Segundo o levantamento, Doria tem 24% das intenções de voto, contra 19% de Skaf – a margem de erro é de 3 pontos porcentuais. O petista Luiz Marinho, ex-prefeito de São Bernardo do Campo, e o atual governador paulista seguem bem atrás, com 4% e 3%, respectivamente.
Ceará
Tasso também afirmou que deverá lançar o general do Exército Guilherme Cals Theophilo como candidato ao governo do Ceará para servir de palanque para Alckmin. “Não está confirmado, mas tem tudo para ser. Está na hora de sangue novo”, afirmou o senador, que recusou apelos do presidenciável tucano para que ele próprio fosse o candidato a governador. “Ele (Cals) é um amante do Ceará, tem um ótimo currículo e está sendo muito bem recebido”.
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