Rodeado de aliados, como o ex-ministro, ex-governador do Estado e candidato à Presidência da República, Ciro Gomes; o presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira; o prefeito de Fortaleza, Roberto Claudio; e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Zezinho Albuquerque; Camilo optou por realizar a celebração religiosa com o templo católico aberto à população.
"Não só por questão de (ser ano de) eleições, acho que é o estilo, o governante precisa estar em sintonia com a população, esse é meu estilo. Desde o primeiro momento, nunca quis personalizar a figura do governador, aboli até as fotos do governador nos repartições públicas, substituindo pela foto da população. Acho que somos governantes para servir à população, então ninguém melhor do que ela para participar de todos os momentos. E esse é o momento em que a gente divide com a comunidade, para mim é fundamental estar com eles", disse Camilo, antes do início da missa.
Camilo destacou ainda que a celebração religiosa tem a motivação de "agradecer a Deus pelos 50 anos de vida" e pedir "força e energia para que possa continuar a caminhada com a família e servindo aos cearenses".
"Estou muito feliz e agradeço a família e aos amigos, que decidiram fazer essa homenagem. E, acima de tudo, a Deus, que possa dar muito discernimento e energia para continuar a luta e servir aos cearenses, que é meu objetivo", afirmou.
Conforme o governador, a escolha da igreja no bairro Vila Velha tem um simbolismo especial, por ser o templo dedicado à padroeira da cidade de Fortaleza. "É um momento de reflexão e de pedir muitas bençãos, para continuar a luta, a caminhada", disse.
Diário do Nordeste