Segundo Tourinho, “a principal luta da instituição” será atingir ao menos 1,5% dos votos válidos para a Câmara. Com isso, ultrapassaria a chamada cláusula de barreira, aprovada na reforma eleitoral do ano passado e que restringe o acesso das legendas que não conseguirem coeficientes eleitorais mínimos ao Fundo Partidário. O nome de Collor não é citado no comunicado do partido.
O ex-presidente não comentou a decisão nem fez qualquer menção ao fato em suas redes sociais. Ele também pouco fez pela própria pré-campanha. No período em que os interessados na disputa estavam se desdobrando em ações públicas e de marketing, Collor preferiu viajar em missão oficial à Coreia do Norte – com o objetivo de reorganizar a embaixada brasileira em Pyongyang.
MSN News