De acordo com o presidente do Conselho Penitenciário (Copen), Cláudio Justa, os homens aproveitaram a superlotação da penitenciária para fazerem um buraco e executarem a fuga durante a madrugada. Para ele, as condições estruturais do local dificultam o trabalho dos agentes penitenciários. "São só oito profissionais que ficam responsáveis por 1600 internos. Quando eles ouvem algum ruído ou movimentação estranha, têm que chamar um reforço externo".
Cláudio Justa relata que dentro da CPPL II há pichações feitas pela GDE, como uma forma do grupo mostrar a dominancia do local. Ele destaca ainda que a estrutura do prédio está comprometida desde 2016, quando houve uma rebelião de internos.
Diário do Nordeste