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533 mil perdem benefício do INSS por não provarem que estão vivos

533 mil perdem benefício do INSS por não provarem que estão vivos

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
28/08/2018 às 09h39 Atualizada em 28/08/2018 às 09h39
533 mil perdem benefício do INSS por não provarem que estão vivos
Foto: Reprodução
A prova de vida, também conhecida como "renovação de senha" ou "fé de vida", é um procedimento obrigatório feito todos os anos para provar que a pessoa não morreu e que ninguém está recebendo indevidamente o benefício.
O Maranhão é o estado com o maior percentual de benefícios cortados pelo não comparecimento à prova de vida: 1,91%, o que representa 21.121 segurados. O Amapá teve o menor índice de faltas ao procedimento: 0,98%, com apenas 611 pagamentos interrompidos.
Em números absolutos, São Paulo teve a maior quantidade de suspensões, por causa da população maior: 115.914 (1,49%). Em seguida, vêm os estados de Minas Gerais (70.992 ou 1,79%) e Rio de Janeiro (50.281 ou 1,69%).

Prova de vida varia de banco para banco
Todos os beneficiários do INSS que recebem seus pagamentos em conta corrente, conta poupança ou cartão magnético devem provar uma vez por ano que estão vivos, inclusive aqueles que recebem benefícios assistenciais.
A data da comprovação anual varia de banco para banco. Alguns usam o aniversário do segurado, outros a data de aniversário do benefício, e há instituições que fazem a convocação um mês antes do vencimento da última prova de vida realizada. 
Algumas instituições fazem a comprovação usando o sistema de biometria (uso da impressão digital) nos caixas eletrônicos, outros podem pedir apenas a apresentação do documento e, em alguns casos, a troca de senha é exigida.

UOL