Nessa posição, Eunício destravou uma série de empréstimos externos do interesse do Governo do Estado e de prefeituras como as de Fortaleza, Caucaia e Sobral. Por conta disso, acabou se configurando, mesmo tendo brigado no passado contra o governador Camilo Santana (PT), como a segunda opção do Palácio da Abolição para o Senado.
“Se eu for reeleito, vou tentar novamente presidir o Congresso, pois, assim, terei condições de ajudar mais ainda meu Estado”, reforçou o emedebista que divide palanque no pleito com Camilo e Cid Gomes. Isso, quando Ciro Gomes, candidato a presidente pelo PDT, não está por perto.
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