No discurso, Cármen levantou a necessidade da garantia de direitos fundamentais e o exercício livre da cidadania. “O que não pode acontecer, nunca, é a transformação contrária às liberdades humanas, aos direitos fundamentais”, afirmou a ministra.
Em outro momento da palestra, Cármen Lúcia admitiu que, “muitas vezes”, fica “preocupada com as opções feitas” pelo país, embora as respeite como expressão das “escolhas próprias de cidadãos livres”.
Sobre o tema da palestra, a ministra enalteceu a Constituição brasileira, disse que desde 1988 ela cumpre o seu papel e nunca foi inadequada. “É a Constituição que o povo brasileiro entendeu de fazer em um momento em que o país saia de uma ditadura”, explicou.
A ministra não entrou em detalhes sobre quais seriam as mudanças conservadoras.
Agência Brasil