Segundo o secretário do Tesouro, a Petrobras, Eletrobras e bancos estatais apresentam atualmente condições de governança corporativa bem melhores do que há 3 anos, que inclusive não permitem gastos que não sejam aprovados pelo conselho administrativo destas instituições, o que reduz muito as chances de acontecerem despesas motivadas por fatores políticos.
Almeida acredita que a aprovação pelo Congresso do projeto que tornará o Banco Central independente será "um passo importante" para o fortalecimento das instituições públicas no Brasil. "Contudo, hoje o BC já tem total independência e dispõe de uma direção excelente."
Ele afirmou que tem contatos constantes com o presidente da autarquia, Ilan Goldfajn. "Eu não manifesto nada sobre política monetária e ele também não expressa nada sobre os trabalhos do Tesouro." Ele fez os comentários ao participar de evento do Bradesco BBI para investidores internacionais em Nova York.
Diário do Nordeste