Para Socorro França, titular da Sejus, a ação é mais um exercício de humanização do sistema prisional. “A demanda do casamento é um direito dos internos, que não deixam que os imprevistos nem o local em que eles estão atrapalhem a vontade de construir uma família”, ressalta.
Socorro França também indica que o casamento realizado dentro da CPPL facilita a logística, já que elimina a necessidade de escolta para a realização da ação fora da unidade. A cerimônia ocorre na quadra esportiva da unidade e contará com a presença de familiares dos noivos.
Ceará Agora