O motivo do suposto abuso de poder seria um áudio divulgado pelo dono da empresa de ar-condicionado Komeco, Denisson Moura de Freitas, em que pedia para funcionários utilizarem camisas e adesivos pró-Bolsonaro.
Segundo o relator da ação na Corte, ministro Jorge Mussi, não há provas robustas que comprovem o favorecimento. Também alegou que Denisson não ameaçou os funcionários. O voto de Mussi foi acompanhado pelos 6 ministros do tribunal.
A advogada da campanha de Bolsonaro, Karina Kufa, afirmou que não há provas de qualquer conhecimento do militar em relação ao caso.
Além do caso envolvendo a Komeco, há outras oito ações contra a campanha de Bolsonaro que aguardam análise no TSE. Uma delas é que acusa a campanha do militar de abuso de poder econômico pelo caso em que o dono da Havan, Luciano Hang, afirma que precisaria empregados caso o PT voltasse ao poder.
Poder 360