Conforme relatado por Rozelir aos policiais civis, no momento do crime, ele estava na casa de uma mulher, que, segundo ele, seria a sua amante. Cícero Rozelir teria ido à residência da mulher após brigar com a esposa e na volta foi abordado por uma viatura da Polícia Militar que passava pelo local.
Ao ser abordado, Cícero teria passado uma informação errada para a composição policial, sobre o trajeto de fuga de outra parte do bando. No interrogatório, o suspeito informou que não sabia ter indicado para a Polícia um caminho errado. Apesar das negativas, ele confessa ter conhecido dias antes parte da quadrilha que participou do ataque.
De acordo com nota divulgada pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o homem já tinha passagens pela Polícia do Ceará por receptação, desobediência, corrupção ativa, crimes de trânsito, posse irregular de arma de fogo e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Pela 'Tragédia em Milagres', ele foi autuado por integrar organização criminosa e latrocínio.
Diário do Nordeste