André Costa não informou qual o trabalho em andamento contra criminosos "não vai ser recuado". Segundo o presidente do Conselho Penitenciário do Estado do Ceará, Cláudio Justa, a causa dos ataques é a fiscalização mais rigorosa nos presídios prometida pelo Governo do Estado. Nesta quinta-feira, agentes penitenciários fizeram uma "vistoria surpresa" em uma unidade prisional, o que resultou em motim dos detentos.
"Não vamos recuar em nenhuma das ações realizadas. Não adianta o que for feito nas ruas. Não vamos recuar. Não vamos deixar de avançar os trabalhos de segurança no sistema penitenciário e nas ruas", afirmou o secretário.
A direção da Secretaria de Segurança Pública do Ceará se reuniu nesta sexta para elaborar medidas de combate a ações criminosas no Estado.
O secretário foi questionado sobre o motivo da sequência de ataques, mas ele evitou comentar o caso.
André Costa reforçou que o Governador Camilo Santana pediu ao Ministério da Justiça um apoio de 1.500 militares das forças armadas do Exército, 500 policiais da Força Nacional e 80 agentes penitenciários. Disse ainda que chegarão ao Ceará 34 agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) juntamente com uma aeronave que vai fornecer apoio ao Ciopaer.
G1 CE