De acordo com despacho publicado em edição extra do Diário Oficial da União, a decisão foi tomada "diante de informações sobre situações de risco decorrentes do exercício do cargo".
Ex-juiz da Lava Jato, Moro tinha segurança especial quando atuava como magistrado em Curitiba. No início da Operação, em 2014, ele resistiu à escolta armada, mas aos poucos teve que readaptar sua rotina. Em 2016, a PF chegou a investigar ameaças feitas na internet que pregavam atos de violência contra Moro. Nos últimos anos, o então juiz vinha evitando restaurantes cheios e idas a shoppings, por exemplo.
Procurado na noite desta terça-feira, o Ministério da Justiça informou que não poderia dar informações por questões de segurança. A PF disse que não comentaria.
Agência Estado