As imediações da cadeia, que fica no centro da cidade, foram totalmente fechadas e isoladas, evitando o trânsito nas proximidades, bem como a interferência de familiares e curiosos.
No local, estavam um ônibus, uma van e um veículo camburão à disposição para fazer a triagem dos presidiários. Os nomes dos transferidos não foram divulgados, nem o local para onde foram encaminhados.
A cadeia, que funcionava há várias décadas e possui uma estrutura bem precária, apresentava riscos à população hidrolandense, com as fugas constantes registradas naquele espaço e a periculosidade dos que ali estavam recolhidos.