Quando questionado sobre os reflexos da maior onda de violência já registrada no Estado do Ceará na área da educação, Nilson afirma que a Aprece está fazendo um levantamento para identificar quantos foram queimados.
“Houveram casos emblemáticos como Ibaretama e Morada Nova que trouxeram muitos transtornos para o município”, afirma o prefeito de Cedro.
Segundo o vice-presidente da instituição, a Aprece está articulando iniciativas com entidades governamentais para contemplar esses municípios mais afetados pelos ataques.
Hoje, de acordo com Diniz, o dinheiro do Fundeb está comprometido com o pagamento dos professores e demais funcionários da área da educação e é um passivo a mais para se tirar dinheiro de outras áreas para repor.
“Ao longo desse tempo, nós temos nesses municípios pequenos, uma diminuição do número de matrículas e, consequentemente, acontece a diminuição ou estagnação dos valores do Fundeb. E houve muitos avanços em relação a reposição salarial dos professores, como conquistas também: hoje um professor de 20 horas passa apenas 13 em sala de aula. Consequentemente, um terço de liberação dos professores para preparar melhor a sua aula, fez com que os municípios tivesse um gasto maior com a educação“, afirma Diniz.
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