O governo quer que as agências e as empresas tenham acesso aos dados que são coletados pelo Sine (Sistema Nacional de Emprego), além dos currículos dos que vão às agências estaduais à procura de vagas. Seria uma espécie de "match", através de aplicativos para a busca de vagas.
À Folha de São Paulo, Carlos da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade falou que a efetividade do Sine é muito baixa. "Precisamos entender quais são os dados (dos trabalhadores) que facilitam o 'match'. Mas não seremos nós, o Estado, que vamos ter estrutura para captar vagas de empresas e fazer esse 'match'. Deixa startups fazerem isso, deixa o mercado se encarregar", pontuou.