Em entrevista, Cid Gomes disse que ainda estão em andamento as articulações para se chegar às candidaturas à Presidência da Casa, mas destacou que, mais importante do que o nome, é a pauta de compromissos que o Senado assumirá com a sociedade brasileira a partir deste momento.
“Não vamos ‘fulanizar’ o debate. Temos que pensar no que vamos fazer a partir de 2 de fevereiro. É razoável seguir com um Regimento que até a véspera da eleição não define como será a condução dos trabalhos? Essa Casa não pode ser capacho ou alcova do Executivo, nem ser um espaço de negação de tudo que vem do governo”, sugeriu, reforçando a posição de independência que defende.
Sobre a escolha do candidato a presidente da Casa, Cid diz estar aguardando a definição dos candidatos para analisar os nomes. “O Tasso (Jereissati) será candidato? Se for, óbvio que é uma pessoa a qual eu me inclino. O Álvaro Dias Será? Então, a hora é de buscar um consenso e uma maioria”, declarou.
Bloco
Cid Gomes tem articulado um grupo que ele diz ter cerca de 13 senadores, que defenderão uma postura de independência do Senado. A articulação envolve PDT, PSB, Rede e PPS.
Diário do Nordeste