Segundo João Luís Maciel, gerente de operações do Sindiônibus, esse dado representa um dano além do material. "Além do prejuízo do veículo em si, nós passamos dias com a queda significativa nas nossas receitas, porque a operação fica irregular, as pessoas deixam de sair de casa e, com tudo isso, nós perdemos", disse.
Sobre a substituição dos ônibus incendiados, Maciel aponta outra dificuldade. "A empresa não tem recurso para substituir imediatamente [o veículo]. Isso significa que nós teremos alguns meses de prejuízo operacional. Nossas empresas têm um plano de renovação de frota anual, em que a gente compra a quantidade de veículos novos para tirar os veículos mais velhos da frota", disse.
"Nesse momento agora, nós não temos como comprar mais de 40 veículos para substituir os que não existem mais", afirmou.
Com os ataques, algumas linhas ainda não foram completamente normalizadas, segundo Maciel.
Diário do Nordeste