Carlos admitiu a preocupação da INB e do Ministério de Minas e Energia pelo fato de não estar produzir urânio, devido a paralisação das atividades em Caetité, na Bahia e a burocracia de Itataia e ventilou a possibilidade da abertura das reservas brasileiras de urânio para empresas privadas internacionais, o que é visto com bons olhos pela estatal. “Vemos isso de forma extremamente positiva. Eu acho que existe espaço e urânio para isso no país”, afirmou.
Sobre a usina em Santa Quitéria, o novo presidente reconheceu as dificuldades para o licenciamento, mas destacou que está retomando fortemente para priorizar o projeto, mencionando a parceria da INB com a empresa Galvani e os potenciais econômicos do país com a produção de fosfato e urânio.