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Três meses após tragédia, famílias ainda esperam notícias de 37 desaparecidos em Brumadinho

Três meses após tragédia, famílias ainda esperam notícias de 37 desaparecidos em Brumadinho

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
25/04/2019 às 15h32 Atualizada em 25/04/2019 às 15h32
Três meses após tragédia, famílias ainda esperam notícias de 37 desaparecidos em Brumadinho
Foto: Reprodução
No dia 25 de janeiro deste ano, a barragem da Mina Córrego do Feijão se rompeu, devastando a região e contaminando o Rio Paraopeba, um dos afluentes do Rio São Francisco. Os rejeitos destruíram a área administrativa da mineradora, incluindo o refeitório, onde muitos trabalhadores almoçavam na hora do rompimento.
A usina ITM de beneficiamento também foi atingida, assim como vagões de trens e veículos que estavam na empresa. Após varrer a mineradora, a lama atingiu comunidades de Brumadinho destruindo casas e propriedades rurais.
A Vale se comprometeu a pagar integralmente as verbas rescisórias às famílias dos trabalhadores mortos. Para os parentes dos desaparecidos, foi prometida a quitação dos salários. No entanto, famílias dizem que a mineradora ainda não pagou todos os benefícios. Nesta quarta-feira (24), uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho rediscutiu o pagamento de pensões. A Vale disse que vai comprovar que depósitos já foram feitos.

G1