Os “terceirizados” alegam que estão há, pelo menos, quatro meses sem receber salários. Eles são os responsáveis por várias atividades no órgão, desde a limpeza de prédios até dirigir os veículos rabecões e viaturas da Perícia Criminal. Se a paralisação ocorrer, o recolhimento de cadáveres e as pericias em locais de mortes violentas (como homicídios, suicídios e acidentes de trânsito) poderão ficar comprometidos no fim de semana.
Já na Polícia Civil, houve corte de “terceirizados” e a orientação para redução nas diárias de viagens de inspetores e delegados.
Na PM a ordem foi reduzir o patrulhamento, colocando as viaturas em Pontos Bases (PBs) e diminuir os trajetos de rondas como forma de economizar combustíveis. No entanto, até agora, o trabalho de combate ao crime não foi afetado e a rotina de prisões continua.
Fernando Ribeiro