As informações são da revista Crusoé e foram confirmadas pela assessoria de imprensa do governo do Ceará. Segundo o Palácio da Abolição, Camilo enxerga a reforma como “necessária” para o momento atual da economia do País, desde que sejam retirados itens prejudicando os mais pobres.
A gestão diz ainda que a postura não é nova e já teria sido defendida inclusive nas reuniões entre Camilo e governadores do Nordeste. Segundo a Crusoé, o governador teria inclusive admitido possibilidade de articular publicamente pela aprovação da medida – caso mantidas as mudanças propostas.
A postura de Camilo Santana é vista nacionalmente como primeiro efeito prático das mudanças anunciadas no texto. Como o governador é filiado ao Partido dos Trabalhadores, sua adesão acaba tendo peso “especial” para a base do governo.