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Governo do Ceará quer arrecadar R$ 700 milhões com venda de imóveis do estado

Governo do Ceará quer arrecadar R$ 700 milhões com venda de imóveis do estado

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
08/07/2019 às 23h34 Atualizada em 08/07/2019 às 23h34
Governo do Ceará quer arrecadar R$ 700 milhões com venda de imóveis do estado
Foto: Reprodução
Entre os imóveis que o Estado pretende vender está o prédio da Secretaria de Segurança Pública e do Meio Ambiente, além do Parque de Exposição Agropecuária do Ceará (Expoece). Compõem a lista outros imóveis:
  • Antiga sede do Instituto Professor Olavo de Oliveira (IPPOO I)
  • Sede da cavalaria
  • Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (Semace)
  • Centro Administrativo Bárbara de Alencar
  • Sede do Ministério Público Estadual
  • Autódromo Internacional Virgílio Távora
No projeto de lei, o Governo do Estado argumenta que a conservação de imóveis públicos, "acompanhada da necessidade de protegê-los contra invasões, submete o erário público a elevados custos administrativos". E, segundo o Executivo Estadual, nem sempre há verba para pagar as despesas.
Segundo o líder do Governo na Assembleia, deputado Júlio Cesar Filho (Cidadania), o Estado avaliou, a partir de um estudo, os imóveis que estariam sendo "subutilizados". O Governo já estuda novos locais para a instalação dos órgãos e secretarias.
O parlamentar diz que a Secretaria de Segurança poderá funcionar em um "Hub da Segurança Pública", que o Estado pretende implantar próximo à Base Aérea, em Fortaleza. Já o parque da Expoece deverá funcionar em um terreno em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza.
"Será feito um estudo pela Seplag, para saber os valores, os preços utilizados no mercado da região, onde se situa cada imóvel, e será feito o processo licitatório pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Esse recurso (arrecadado) poderá ser utilizado naquilo que convém ao Poder Executivo e será feito um estudo para saber onde esse recurso vai ser utilizado, especificamente".
O projeto de lei tramita em regime de urgência na Assembleia Legislativa e precisa de maioria simples dos deputados para aprovação.

G1 CE