Integrantes das organizações concordaram em contestar na Justiça a portaria 157, assinada pelo juiz em fevereiro, e que proíbe o contato físico entre presos e seus familiares, além de reforçar o veto à visita íntima. As informações são do O Globo.
A costura do acordo entre as facções, assim como as ações judiciais, foram feitas por advogados do Instituto Anjos da Liberdade , que atuam em nome de todos os presos das unidades federais. Para contestar as imposições da portaria de Moro, o instituto entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com três arguições de descumprimento de preceito fundamental, entre outras ações.