A Veja achou o Queiroz. Ele mora no bairro Morumbi, em São Paulo, mesmo região onde continua o tratamento no Albert Einstein, um dos mais caros hospitais do Brasil. A reportagem abre narrando um dos dias da rotina de Fabrício. Ele chega sozinho ao centro de oncologia e antes de ser atendido toma um café na lanchonete do lugar.
A revista diz ter entrevistado dezenas de pessoas nos últimos meses até chegar em Queiroz. A fama do amigo de Bolsonaro começou junto com o mandato do presidente após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontar movimentação suspeita de R$ 1,2 milhões em nome dele, o que seria destoante com sua função de assessor paramentar.
Na única entrevista que deu sobre o caso, ao SBT, Fabrício justificou o montante dizendo ser um homem de negócios, cuja venda e compra de carros usados seria a origem do aporte financeiro. A partir daí, "sumiu" do mapa até que fosse encontrado no último dia 26 de agosto.
De acordo com a reportagem, Queiroz continua doente e sua situação aparenta ser mais grave. O tratamento que fez em janeiro não surtiu o efeito esperado e ele continua se tratando na oncologia do Einstein. O ex-assessor de Flávio Bolsonaro tem uma rotina solitária, se mantém sozinho no apartamento onde mora e frequenta semanalmente o hospital sem acompanhantes.
Leia matéria completa aqui