De acordo com o secretário de Saúde, Willian Vaz, após a morte do animal, exames comprovaram a existência do vírus raro. A primeira vez que a doença foi registrada no país aconteceu em 2009, em cavalos do Pantanal, no Mato Grosso do Sul. Em 2015 a doença voltou a ser identificada no Piauí, e agora no Ceará.
A equipe é formada por 24 profissionais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Evandro Chagas, entre eles, veterinários, biólogos, farmacêuticos, acompanhados por técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (ADAGRI).
Em entrevista à rádio Liberdade, o médico Alex Povoli, da Fiocruz, afirmou que objetivo do trabalho é saber se o vírus se espalhou por outros cavalos ou é apenas um caso isolado.
“Importante dizer que esse vírus, a grande maioria das infecções, não apresenta quadro clínico nenhum. Em termos gerais, nos Estados Unidos, por exemplo, de cada 10 pessoas infectadas, duas vão apresentar algum quadro clínico”, relata o médico.