A pedido da diretora da Academia Nacional de Polícia, delegada Vanessa Gonçalves Leite de Souza, a faca ficará exposta no Museu Criminal da Polícia Federal, em Brasília. Além do objeto de 30 centímetros, dois tubos que armazenaram material genético de Adélio e de Bolsonaro também passarão a integrar o acervo do museu. O material será entregue ao delegado Rodrigo Morais Fernandes, responsável pelo inquérito que investigou o atentado, a quem caberá encaminhá-lo ao museu.
Em sua decisão, Savino sustentou que “não há dúvidas” sobre o “valor histórico” da faca e “quanto ao interesse de sua conservação em prol da história política recente do país”. Para o magistrado, o objeto “representa não somente a violência sofrida pelo Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, quando estava em pleno ato de campanha eleitoral, no exercício dos direitos políticos assegurados pela Constituição da República, mas, sobretudo simboliza, a partir de uma ótica mais ampla, a agressão cometida contra o próprio regime representativo e democrático de direito”.
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