A deputada sustenta que o projeto é embasado em casos recorrentes, que ganham manchetes de jornais, inclusive, envolvendo professores com o consumo de drogas, principalmente, dentro das universidades.
“Um concurso para professor é de extrema responsabilidade, seja para o ensino primário, médio ou superior. Se até um caminhoneiro para exercer seu trabalho precisa realizar esse exame, porque um professor, que está educando nossos filhos, não vai poder?”
A proposta inclui o direcionamento do profissional que seja identificado como dependente para o tratamento adequado. “Não queremos demitir ninguém, queremos tratar dessas pessoas pois elas precisam de ajuda, e o projeto já inclui esse questão”, disse.