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Com o fim dos atentados, autoridades agora calculam os prejuízos para o Estado

Com o fim dos atentados, autoridades agora calculam os prejuízos para o Estado

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
10/10/2019 às 13h48 Atualizada em 10/10/2019 às 13h48
Com o fim dos atentados, autoridades agora calculam os prejuízos para o Estado
Foto: Reprodução

A SSPDS junto com as diretorias financeiras das suas subordinadas – Polícia Civil,  Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Perícia Forense, Ciopaer e Academia Estadual de Segurança Pública – somam nas calculadoras a quantidade de dinheiro a ser inserida na folha de pagamento de outubro como horas-extras de seus agentes.

O maior volume de recursos será da PM e do Corpo de Bombeiros Militar,  através do pagamento da Indenização de Reforço ao Serviço Operacional (IRSO).  E tudo isso terá que ser publicado no Diário Oficial do Estado do Ceará (DOE).

Caçada continua
E mesmo com o fim dos atentados, a Polícia continua na caça aos autores dos atentados e atos de vandalismo. A ordem é do secretário da Segurança Pública, delegado federal André Costa. Desaparecido da mídia por algum tempo, ele  decidiu retornar às atividades de campo após os atentados, deixando de lado o gabinete e indo às ruas acompanhar as operações policiais.

Na semana passada, Costa esteve presente no desenrolar das duas etapas da “Operação Contra-Ataque”, que resultou na prisão de dezenas de suspeitos de envolvimento nos atentados com incêndios a veículos e ataques em prédios públicos e privados, como delegacias de Polícia e concessionárias de veículos  na Grande Fortaleza.

O trabalho continua por parte da Polícia Civil para prender mais envolvidos nos atos de terrorismo urbano. Nesta quarta-feira (9), André Costa mais uma vez deixou a atividade burocrática de lado e foi acompanhar a operação desencadeada no Conjunto Residencial Novo Barroso, conhecido como  “Babilônia”, na zona Sul da Capital.

A operação montada pelo Gabinete de Crises da SSPDS para conter os ataques criminosos foi desmobilizada na quarta-feira (2), quando foram encerradas as suspensões de férias dos agentes da Segurança e iniciados os cálculos do “prejuízo” aos cofres do estado.

Fernando Ribeiro