Em entrevista ao G1, o secretário preferiu não detalhar quantas delações foram realizadas, mas contabiliza “um grande número”. Ele ressalta que muitas narrativas são acompanhadas pela entrega de equipamentos ou documentos “que trazem mais elementos de prova”. Para André Costa, as denúncias dos próprios criminosos mostram uma mudança de comportamento diante da reação do estado.
“A investigação criminal tem sido feita com muita qualidade e alcançado inclusive os cabeças desses grupos. Na hora que o cara da base vê que o cabeça tá sendo preso e isolado, que não tem notícias ou contato com o cabeça no presídio, ele começa a perceber que, o se o grupo criminoso não conseguiu proteger nem quem está lá em cima, como é que vai proteger quem está lá embaixo?”, descreve.
G1 CE