Os deputados Tabata Amaral (SP), Gil Cutrim (MA) e Marlon Santos (RS), do PDT, e Flávio Gomes (SP), Rodrigo Coelho (SC), Felipe Rigoni (ES) e Jefferson Campos (SP), do PSB, votaram a favor da Reforma da Previdência, contrariando a orientação dos partidos. Eles reclamam de falta de diálogo e acusam as legendas de perseguição, ao terem sido excluídos de comissões e terem sido suspensos.
Tabata Amaral reclamou que o PDT fechou questão antes mesmo de conhecer o texto que seria votado e que puniu os deputados sem ouvi-los. “Passados três meses – sendo que o prazo para o julgamento do caso era de dois meses – a gente recebeu uma carta pedindo uma nova defesa. A gente quer poder voltar a trabalhar”, disse ela, cujo mandato continua suspenso.
A intenção dos deputados com o processo no TSE é garantir direito aos mandatos mesmo se mudarem de legenda.