O documento aponta para o plano de realizar um falso testemunho sobre o autor do crime como parte da estratégia do grupo. A declaração visava desviar o foco das investigações. Assinada por Raquel Dodge antes de deixar o cargo de procuradora-geral da República, o ofício acusa mais quatro pessoas por envolvimento em um suposto esquema que visava obstruir a investigação sobre o crime: Gilberto Ribeiro da Costa, agente aposentado da Polícia Federal; Rodrigo Jorge Ferreira, policial militar do Rio; Camila Moreira Lima Nogueira, advogada; e Hélio Khristian Cunha de Almeida, delegado da Polícia Federal.