Com exceção da liquidez, os indicadores de autonomia, gastos com pessoal e investimentos amargaram números críticos, evidenciando que a receita gerada localmente não é suficiente para custear nem a Câmara Municipal e a estrutura administrativa da prefeitura.
O pior resultado entre os indicadores foi o de investimentos, que mede a parcela da receita total do município destinada aos investimentos que geram bem-estar à população e melhoram o ambiente de negócios. Consequente a isso, a baixa autonomia que reforça a insustentabilidade financeira da cidade e que medidas urgentes são necessárias para buscar novas receitas e estimular a economia local.
Outro ponto avaliado foram as despesas com pessoal, mal administradas e que certas receitas não acompanharam os custos com despesas de pessoal, como por exemplo, crescimento das despesas com o piso salarial do magistério.
O município ficou na 91ª posição, entre todos os 184 no Estado. Os melhores resultados foram em Fortaleza, Pereiro, Aquiraz, Araripe e Tejuçuoca. Por outro lado, o pior desempenho foi de Chaval, cuja classificação no País está à frente de somente duas cidades brasileiras.