O quadro pode ficar ainda mais grave. Isto porque, em dezembro, a quantidade de queimadas ainda tende a ser elevada. Caso a média para o último mês do ano se mantenha, 2019 pode bater o recorde dos últimos cinco anos, que é liderado por 2016, quando 4.316 focos foram registrados pelo Inpe.
Diante de tantos incêndios, os impactos ambientais são gravíssimos e, em alguns casos, os danos são irreversíveis para a fauna e flora do semiárido. Para especialistas, a alta quantidade de focos poderia ser reduzida caso houvesse “conscientização da população”, conforme pontua o diretor do Instituto de Convivência com o Semiárido, Osvaldo Andrade.
O tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Nijair Araújo, assente e acrescenta que a maioria destas queimadas tem ação antrópica, seja de forma criminosa ou quando agricultores põem fogo na mata com o objetivo de preparar a terra para o cultivo na próxima quadra chuvosa, que se inicia em fevereiro e segue até maio.
Com informações do Diário do Nordeste