As Operações Banguê e Saratoga/Pacajus investigam casos de tráfico de entorpecentes e crimes relacionados. Há ainda mandados 41 de busca e apreensão.
A polícia descobriu que líderes dos grupos investigados contavam com auxílio de parceiros criminosos que atuavam como gerentes das “bocas” de tráfico, como “correrias” (soldados do tráfico) e “laranjas” (forneciam suas contas bancárias para a movimentação do dinheiro escuso).
Além disso, havia executores de outras ações, como homicídios, ameaças e assaltos, que garantiam a “tranquilidade” e o angariamento de fundos para os negócios ilícitos, informou o Ministério Público do Ceará (MPCE).
O trabalho é feito pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), órgão do Ministério Público do Estado do Ceará, com apoio da Coordenadoria de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (COIN), do Departamento Técnico Operacional da Polícia Civil (DTO), da Coordenadoria de Inteligência da Secretaria da Administração Penitenciária (COINT) e do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN).
G1 CE