Segundo o estudo, partiram de Santa Quitéria neste ano para outros países, 1,8 mil toneladas, representando um valor de R$ 3,3 milhões. Os principais compradores são Estados Unidos, Argentina e Hong Kong, que apresentaram elevado interesse pelo produto.
Há mais de duas décadas, o granito quiteriense mantém a sua referência na Mina Asa Branca, uma das maiores do país, com o granito branco Ceará e do cotton mottion, extraídos mensalmente da pedreira. É o mais nobre que existe, sendo bastante requisitado em aeroportos internacionais, shoppings, centros de convenções e hotéis de luxo das Américas, Europa e Ásia.
A qualidade tem atraído o interesse de muitas empresas do setor. A Nissi Rochas, responsável pela referida mina, deve duplicar a capacidade da sua fábrica de beneficiamento até o fim de 2020. A Central Mineral do Nordeste também já busca o licenciamento de outras duas áreas, para explorar mármore branco e calcário. Quando em operação, deverá gerar mais de 90 empregos diretos.